- Primeiro a necessidade diária de cuidados; o diagnóstico ou a categoria de produto vêm em segundo lugar.
- A adequação é verificada antes do orçamento ou da configuração final.
- A Sollevita não substitui a avaliação médica ou profissional.
Os pequenos sinais somam-se antes dos grandes
A maioria das famílias não decide de um dia para o outro. A mudança costuma instalar-se através de pequenas dificuldades diárias que passam a fazer parte da rotina, até que um dia se percebe que o cadeirão está a trabalhar contra todos. Aqui ficam sete sinais honestos de que um cadeirão elevatório reclinável pode ter chegado ao seu limite.
1. Escorregar no assento, vezes sem conta
Se a pessoa continua a deslizar para a frente por mais vezes que a reposicione, o assento já não a segura bem. Reposicioná-la constantemente é cansativo para todos, e um cadeirão de cuidados com movimento tilt-in-space permite recostar-se em segurança sem escorregar para a beira.
2. As transferências exigem agora duas pessoas
Um cadeirão elevatório reclinável ajuda a pessoa a levantar-se a partir de uma altura fixa do chão. Quando isso já não chega e são precisos dois cuidadores para cada movimento, um cadeirão Hi-Lo que sobe e desce para acompanhar a altura de uma cama ou de uma cadeira de rodas pode tornar as transferências mais suaves e seguras, tanto para a pessoa como para o cuidador.
3. A higiene pessoal passou para a cama
Quando lavar, vestir ou trocar se transferiu discretamente para o quarto porque o cadeirão já não consegue ajudar, os dias podem tornar-se acamados por inércia. Um cadeirão de cuidados com acesso lateral e uma posição reclinada permite que mais desses cuidados diários aconteçam enquanto a pessoa permanece sentada e parte do ambiente.
4. Nenhuma disposição de almofadas se mantém confortável
Andar a ajeitar almofadas e cunhas a cada hora costuma indicar um problema de ajuste para o qual o cadeirão nunca foi dimensionado. Empilhar extras muitas vezes disfarça o problema e pode agravar o deslizar ou o inclinar-se. A largura, a profundidade e o apoio de assento certos, integrados no cadeirão, mantêm uma posição confortável por si só.
5. As longas horas sentado e direito tornaram-se um esforço
Se estar sentado e direito para uma refeição ou uma tarde se tornou algo que a pessoa receia, uma posição Zero Gravity pode aliviar a pressão na zona lombar e distribuir o peso de forma mais uniforme, para que os períodos mais longos fora da cama voltem a ser suportáveis.
6. O apoio de cabeça e pescoço continua a falhar
Quando a cabeça tomba para a frente ou pende para um lado e nenhuma almofada a segura, um encosto fixo não consegue acompanhar a pessoa. Um apoio de cabeça Push Head ou regulável, como o da gama La Castellana, sustenta o pescoço ao longo da reclinação e da inclinação, em vez de lhe fazer frente.
7. O cadeirão já não se adapta à rotina do dia
Se os cuidadores trabalham a contornar o cadeirão em vez de com ele, o equipamento ficou aquém das necessidades da pessoa. Passar para um cadeirão de cuidados é adaptar o assento ao presente, não admitir uma derrota. Lutar no cadeirão errado não é independência.
Quando um cadeirão elevatório reclinável continua a ser a escolha certa
Nem toda a gente precisa de avançar para outra solução. Se as transferências são estáveis com uma só pessoa, estar sentado é confortável e a higiene pessoal ainda acontece facilmente no cadeirão, um cadeirão elevatório reclinável bem ajustado pode ser tudo o que é preciso. Não há necessidade de exagerar nas especificações.
Antes de decidir: uma verificação de ajuste gratuita
Se vários destes sinais lhe soam familiares, converse com a equipa de cuidados, o terapeuta ocupacional ou o fisioterapeuta que conhece a pessoa. Quando estiver pronto para comparar opções, a Sollevita oferece uma verificação de ajuste gratuita para medir a pessoa e adaptar um cadeirão às reais necessidades diárias, antes de qualquer orçamento.
